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sábado, 3 de dezembro de 2011

Dançando e Compondo

Gosto quando duas pessoas se encontram e, como numa dança, tentam seduzir um ao outro através de gestos inconscientes. São dentes que teimam em aparecer no meio da conversa em forma de sorriso, olhos que se encontram e revelam todo o desejo velado, mãos que se tornam obsessivas por arrumar o cabelo e que insistem em encontrar o antebraço do receptor enquanto ambos falam sobre coisas banais... detalhes pequenos e instintivos para estes dançarinos.

O momento em que o outro fala torna-se música. Enquanto escuta a letra, os olhos constroem a melodia, formada pelo movimento dos lábios, gestos das mãos e pela paixão como ele defende o tema discutido.
Perdida na canção que compõe, o pensamento se esvai da conversa e ocupa-se de novos propósitos. Aqueles lábios que até alguns minutos atrás cantavam os versos de uma canção, viram desejo. Aquelas mãos e braços que gesticulavam tornam-se parte de uma fantasia que transcende o seu ser. Logo, todo o corpo do outro parece ter sido criado para te conduzir. Tudo o que você deseja é ele te propondo o ritmo.

O mundo fora dessa conjuntura deixa de existir. Ele só volta a ser notado quando um terceiro estabanado perde o passo e pisa no seu pé. Você desperta de sua extravagância, mas não a esquece.

A noite segue e, entre uma bebida e outra, o superego vai sendo diluído. Os sinais que já eram evidentes tornam-se ainda mais claros e, de repente, você percebe que sua mão sobre a mesa não está mais sozinha –  agora há a companhia da dele. Os dedos se entrelaçam naturalmente e assim ficam, dedilhando-se, como se estivessem aprendendo a tocar um novo instrumento musical.
A mútua dança da sedução agora é acompanhada por arranjos de uma música produzida por vocês. Já não existe uma música sua e dele, a composição é de ambos. E com esse novo passatempo, as horas passam ainda mais rapidamente.

Então, é fim de noite e agora sua mão sente-se confortável fazendo aquela canção. Ao que parece, as notas produzidas por suas palmas fazem um belo acorde.
Sem que você perceba, aquele devaneio anterior toma conta de si.
Tomada pelo cego desejo de fazê-lo real, você aguarda o convite para uma próxima música, que surge em forma de beijo durante a despedida. Um beijo lento e calmo, mas com pitada de selvageria, que te faz ter a certeza de que é esse o parceiro com o qual você quer dançar e compor vários outros ritmos.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

Troca de Pares

Certas mudanças em nossas vidas são como sapatos.

Quando compramos um par novo, precisamos de horas para amaciá-los. A quantidade de horas que ficamos com eles no início depende diretamente da segurança que nos é proporcionada - quanto mais tempo passamos estáveis em cima do salto, mais tempo ficamos com eles. Quando menos esperamos, aquele sapato novo já não é um estranho - ele foi moldado as nossas pisadas e ficou com o formado de nossos pés.


Acontece que o tempo passa e, conforme caminhamos, a sola fica gasta. Percebemos a necessidade de nos desfazermos daquele chanel de estimação e arriscar um peep toe... ou até mesmo uma sapatilha. Abrimos mão do conhecido por um modelo novo, mais arrojado e com a cor da estação. 
Só que essa mudança, muitas vezes, não é fácil. 
Como abrir mão daquilo que já tem o formato do seu corpo e que te acompanhou durante tantos momentos? Como perder aquela segurança que demoramos tanto tempo para adquirir?


Bem... em diversas situações não conseguimos lidar com a mudança eminente. Nós compramos novas sandálias, mas acumulamos no fundo do armário os antigos scarpins na esperança de que eles voltem a ser novos ou de que nossos pés voltem a se sentir confortáveis dentro deles. 
Até que, num belo dia, resolvemos revirar nossa bagunça e encontramos aquele par que a muito tempo está guardado... e resolvemos calçá-lo mais uma vez. No início, relembramos todas as sensações boas que já vivemos juntos... mas, noite adentro, ele começa a incomodar. Subitamente nos lembramos porque  deixamos de usá-los e nos questionamos porque não o jogamos fora naquela ocasião.
Todas as boas lembranças são substituídas pela bolha no pé que ganhamos no fim da noite, que nos lembrará por algum tempo de que, embora aquele sapato já tenha feito parte de nossas vidas, hoje ele não serve mais – o modelo continua sendo lindo, mas agora só machuca. E, nessa hora, nós agradecemos pelos pares novos e percebemos que fizemos um ótimo negócio arriscando novos caminhos com um salto mais baixo.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Você senta em frente ao teclado.
Cabeça a mil, repleta de pensamentos desconexos, frases soltas e aquele aperto no peito que só será aliviado depois que tudo for colocado para fora.
Uma taça de vinho já se foi.
O pensamento frenético continua. Os dedos sobrevoam as teclas como se tivessem vida própria. Sabem as letras que buscam sem ao menos procurá-las. Aos poucos, as palavras vão sendo criadas e começam a fazer sentido... aquela vozinha que te importuna, lembrando de sua dor, começa a gritar, satisfeita com o caminho que está sendo percorrido e te estimulando a continuar.
Outra taça de vinho acabou e, agora, as lágrimas aparecem.
Já não existe um mundo a seu redor. O que existe é você e sua ferida que parece superexposta. Você e aquelas palavras que são seu fruto. É só você e você, como sempre.
Entre lágrimas, você relê o que escreveu e sente o coração leve. Embora a ferida ainda incomode, ela machuca menos, uma vez que você finalmente conseguiu expressar tudo aquilo que sente.
Com o fim da garrafa, vem a coragem para encaminhar sua obra ao destinatário final - aquele que causou a dor, aquele que coloca o dedo diariamente em sua chaga, muitas vezes, sem saber. Você tenta se acalmar, mas as lágrimas insistem em continuar caindo e lembrando de como você é fraca por não conseguir dizer tudo isso pessoalmente. De repente, toda a coragem recém-adquirida desaparece. A sobriedade toma conta de seu ser e a única coisa a qual você se permite é guardar mais esse capítulo de seu livro impublicável...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mulher GOSTA de sexo! - parte II



Perfeito para ilustrar esse post.

Eu acho que a coisa mais íntima que já compartilhei com um namorado foi meu site de sacanagem preferido...

domingo, 15 de maio de 2011

Feelling alive

De vez em quando tenho a impressão que estou vivendo no piloto automático. Todo dia a mesma coisa, o mesmo estado. Nenhuma emoção diferente, nenhum sentimento novo... nada. Como se eu estivesse anestesiada para o mundo exterior.
Essa estabilidade forçada me faz buscar novas experiências que façam sentir alguma coisa - e que, em sua grande maioria, trazem o resultado esperado: eu sinto, mas não o que deveria sentir. Aquilo que deveria me fazer praticar o desapego só me traz culpa e peso na consciência - culpa de um super-ego rígido que aprendeu a controlar de vez os impulsos libidinosos e inconseqüentes desse id tão primitivo.
Mas, se por um lado essa culpa exorbitante toma conta de mim, por outro me tira dessa normalidade que tanto tem me incomodado. Essa culpa ingrata que dói, incomoda, tira meu sono, rende assuntos inacabáveis em minha terapia... mas faz com que eu me sinta viva, como a tempos não sentia.
E, se conscientemente me sinto a pior das pecadoras, inconscientemente sei que preciso cometer mais alguns pecados para continuar me sentindo assim... viva.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Nem 8, nem 80.

E, sem pretensão nenhuma, ele apareceu.
Éramos somente dois estranhos passando o dia juntos. Estranhos compartilhando risadas e conversas idiotas, criando memórias, sem pensar no amanhã.
Ele surgiu com uma docilidade que a tempos eu não encontrava. Talvez tenha sido sua cara de assustado todas as vezes que eu o pentelhava ou seu olhar incógnito quando eu falava algo que o deixava curioso... pode até ter sido seu sorriso meio de lado com aquele olhar de "Eu destruo corações". Talvez seja o fato dele ser uma criança. Não sei.
Sei que eu, que duvidava tanto de meninos, encontrei um com cabeça de homem. Ele, acostumado com suas meninas, encontrou uma mulher que sabe ser uma. Naquele instante, a gente se completava. E só. Sem cobranças, sem pressão, sem idade. Éramos aquele momento, com toda a intimidade e transparência que só podemos ter com um estranho.
Tínhamos uma fidelidade tão natural que parecia estranha. Opinávamos na vida um do outro com tamanha propriedade que, quem nos via, acreditava que éramos melhores amigos de infância. Melhores amigos por um dia, talvez? Não importa.
Com ele, sai da minha zona de conforto e me arrisquei. Com ele, eu fui além, tentei o novo e, por não ter nada a perder, ganhei. Me descobri mais normal do que sequer imaginei. Mas a melhor parte é que, como ele, eu finalmente entendi que para compatibilidade de almas não há idade.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mulher GOSTA de sexo!

Apesar de parecer meio redundante falar isso hoje em dia, tem homem que ainda não percebeu que a gente gosta SIM de sexo, que a a gente se amarra numa sacanagem e que a gente também faz "justiça com as próprias mãos" (ou com brinquedos...) quando tá afim. É a coisa mais natural - e gostosa - do mundo.
E, pelo menos no mundo em que eu vivo, isso também é válido para modalidades sexuais: a gente curte fazer o serviço completo num boquete, curte fazer anal, dar no carro, no mato, na pia, na piscina... em qualquer lugar. Só que tudo isso depende do quão direito vocês comem a gente e do quão íntimo nós somos. (Ok, existem aquelas garotas que foram recrutadas para participar de alguma lei experimental do governo que prevê a distribuição da genitária para qualquer ser que ande, mas aqui nós estamos falando das meninas que curtem o fazem somente para o ficante fixo, pro namorado... e para essas, quanto maior grau de intimidade, maior a putaria.)

                                            .

Então, pimpolho, se a sua gatinha não dá dando direitinho para você, algum problema tem... e ele pode muito bem estar ligado a você. Vamos brincar de descobrir qual é? Então seja sincero pensando nas perguntinhas abaixo:

  • Existem preliminares ou você simplesmente sobre em cima dela cantando "Vam'ete! Vam'ete! Vam'ete! Vam'ete!"?

  • O oral existe? É bom? Você já deixou ela te ensinar como gosta ou simplesmente vai lá na companheira, dá duas linguadas e acha que é isso mesmo?

  • Você acha que se você gozou o serviço tá feito e esquece dela? Ou pior: você fica perguntando para ela "Vai gozar?"; "Tá chegando?"; "Por que você não goza?" ou afins?

  • Você conhece o corpo dela? Sabe onde tem que beijar, de que jeito e como tem que pegar, e as reações que ela tem para tudo isso?

E aí, se apegou a alguma coisa? Em caso afirmativo, converse com sua bonita. A gente gosta de fazer sexo e também adoramos falar do que gostamos... te garanto que ela vai adorar te ensinar tudo o que você quiser saber. 
Todas nós temos potencial para piranha. A gente só faz questão de usá-lo com as pessoas certas... ;)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Summer Love

Hoje acordei lembrando de alguns cachinhos esvoaçantes e do prazer que eu sentia em arrumá-los. Lembrei da cada de espanto dele quando eu disse que gostava do seu cabelo e dele dizendo que não era possível, porque o cabelo dele estava horrível com a viagem.

Lembrei de como eu tentava sair devagarinho do lado dele e não mexer o colchão quando acordava para ir para a aula... e como ele sempre percebia que eu não estava mais na cama e falava com aquela cara de sono: "Não vaaai! Fica aqui comiiigo...". Lembrei de como ele me abraçava e dizia que tinha ficado com saudades quando eu voltava.

Lembrei de como ele me ensinava hebraico e de como eu ficava irritada quando ele começava a conversar na língua dele com os amigos... "Aqui a gente só fala inglês! Vou começar a falar português também e você vai ver o que é bom!" e de como ele falava que tudo bem se eu falasse português com ele, porque português "é sexy".

Lembrei de como ele se dizia o cara mais sortudo por estar comigo e de como ele preferia ficar quando eu não queria sair de balada... lembrei de como os amigos dele ficavam bravos quando isso acontecia, dizendo que ele tava jogando a viagem dele fora e dele respondendo que não, que ele estava aproveitando a melhor coisa da viagem dele.
Lembrei de como ele não desgrudava de mim quando saíamos a noite e como dizia de cinco em cinco minutos que eu era a garota mais linda do lugar.

Lembrei de como ele me abraçava por trás, cheirava a minha nuca e me perguntava porque meu cheiro era tão bom... lembrei dele me perguntando por que eu não ia Israel e se oferecendo para ser meu guia por lá.

Lembrei de quando ele foi embora... e de como as lembranças que ficaram são maravilhosas.

Um amor de verão é feito de mentirinhas bobas... mas é sempre tão revigorante...!

sábado, 12 de fevereiro de 2011


Homens existem aos montes.
Mas têm dias em que eu não preciso deles... preciso dele, do "Mister Right Guy".

Acordo precisando de alguém para me dizer quem eu sou, alguém para quem ser. Porque existem duas de mim - a fera e a santa - e de vez em quando acabo me perdendo entre elas.
Por estar perdida, às vezes me fantasio daquilo que não sou. Não consigo entender os desejos e vontades que cada uma delas expressa e necessito de um outro para me ajudar a compreender. Um outro que desvende os meus olhares e saiba diferenciar meu sorriso de malícia do sorriso embaraçado; que perceba quando minha lua está para mudar e que deve levar uma calcinha no bolso para quando surgir algum arrependimento pelo não uso da peça propositalmente esquecida; um outro que saiba quando preciso ser acolhida e quando preciso que não concordem comigo. Preciso daquele que diga não para as minhas propostas sacanas e irrecusáveis, feitas pela metade desvairada, para poupar o lado pacato.

Homens têm aos montes.
Mas aquele me decifre e que aprenda a despertar o lado certo, na hora certa, está em falta.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Fazendo as Malas!

Nessa época do ano é inevitável que uma dor de cabeça a mais apareça para todas as mulheres. Essa dor de cabeça chama-se "fazer as malas". 
É, sempre pensamos no plural. Não é porque a gente vai passar dois diazinhos fora de casa que levaremos apenas uma mala - ou vocês acham que sapatos, roupas, necessarie e acessórios cabem todos no mesmo espaço? Nunca. Precisamos de uma mala e de uma bagagem de mão, no mínimo.

Se a viagem já está programada, a preparação para a arrumação da mala começa um mês antes. Qualquer comprinha boba que fazemos é para a viagem: qualquer vestido, sandália, maquiagem, biquíni e lingerie entram na conta. Mas é entendível, não é? Afinal, NÃO DÁ para ir viajar sem aquele vestido pink flúor ma-ra-vi-lho-so que acabamos de ver na vitrine e que custa 1/4 do nosso salário... e COMO usar um vestido desse sem um acessório incrível? É quase uma força divina intercedendo a favor do nosso cartão de crédito!

Conforme as compras vão crescendo e se amontoando em cima de nosso sofá ou armário, percebemos que a que a parte chata vai se aproximando: precisaremos colocar tudo isso dentro de uma mala. Para tanto, dedicamos um dia todo no fim de semana anterior a viagem para esse processo. Espalhamos todas as compras em cima da cama e escolhemos algumas roupas antigas, quase sempre na proporção 3x1: três roupas para cada dia no local. As três trocas de roupas são justificadas por um simples motivo: somos mulheres!  Algum homem realmente acredita que vamos ficar com uma roupa o dia todo e que, de noite, vamos colocar a roupa que usamos na noite anterior? NUNCA! São poucas as oportunidades que temos de sermos "divas hollywoodianas" e de não repetirmos roupas, por isso, temos que aproveitá-las! 
Após a criação das combinações (esse short com essa blusa; esse vestido com aquela sandália...) e daquele pacto amigo com São Pedro para que suas roupas estejam de acordo com o clima do local naqueles dias, finalmente pegamos a mala.
Tendo em mente aquele pentelho que sempre diz que "não precisamos levar uma mala tããão grande para um fim de semana!" escolhemos uma pequena e finalmente começamos a arrumá-la.
Seguimos alguns simples critérios para colocar o conteúdo na mala: combinação, horário do dia em que a usaremos, cores... até percebermos que não caberá tudo dentro dela. Pegamos uma mala maior e, de repente, tudo o que havíamos separado cabe perfeitamente na mala... e ainda sobra espaço! Podemos colocar algumas roupas para o caso de sermos chamadas para uma festa não programada ou para o caso de encontrarmos uma baranga com o look parecido com o nosso! UHUU! Aproveitamos que temos espaço a mais e deixamos a mala aberta para que, caso lembremos de alguma coisa indispensável, possamos guardar.

No decorrer da semana, vamos tentando deixar "mais ou menos" junto tudo o que precisamos e que usamos no dia a dia: creme para celulite, protetor solar, hidratante corporal, perfumes, escova de cabelo... de modo que fique mais fácil de guardar tudo quando precisarmos ir.

No dia anterior a viagem, fazemos uma lista mental de tudo o que separamos e o que colocamos na mala, para verificar se não estamos esquecendo de nada. Vamos dormir tarde, certas de que pegamos tudo... e madrugamos no dia seguinte para, mais uma vez, fazer a lista mental. Fechamos a mala, pegamos a mala dos sapatos, juntamos todos os itens indispensáveis para o dia a dia, colocamos na necessarie e socamos na mala, e partimos, como deusas, rumo ao nosso destino... para chegarmos lá e descobrimos que São Pedro não cooperou, tá frio para cacete, chovendo pra caralho, não trouxemos nenhuma blusa de frio e ouvir do chato que nos acompanha que "ele avisou que não precisaríamos de uma mala daquele tamanho...".

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

5 Coisas NUNCA devem ser ditas a uma mulher…

I) Que ela engordou.

Por razões óbvias. 10 entre 10 mulheres acham que precisam perder uns ‘dois quilos’ e dizendo isso, você só a fará sentir-se mal. Sem falar no risco ALTÍSSIMO que você tem de ouvir que o dito cujo do ex dela era maior e ainda ganhar um período de abstinência.

II) Que ela deve estar de TPM.

Se ela estiver de TPM você, com certeza, será um dos primeiros a ficar sabendo. A maioria de nós costuma comunicar que irá te mandar a merda se você encher o saco, visto que estamos nesse período. Para evitar patadas, evite perguntas tolas.

III) Que a amiga dela está bonita com tal roupa.

A variável “Fulaninha mudou o cabelo?” também entra nessa categoria, principalmente se você não repara quando a sua mulher muda o cabelo. É lógico que você pode olhar para outras – nós também olhamos outros –, só não as elogie na nossa frente… principalmente se esse elogio for dirigido a uma amiga nossa. Preocupe-se em como a minha bunda ficou bonita nessa calça e não com a bunda dela.

IV) Que a sua ex gostava disso e daquilo…

Comparações são péssimas. Comparações com a ex, então… é pedir por um gelo. Nós realmente não queremos saber se ela gostava de azul, de salto, de livros. Principalmente, não queremos saber se ela gostava da mesma coisa que nós gostamos. Quando com uma mulher, o foco deve ser ela. Se você ainda lembra das coisas que sua ex gostava, guarde para você. Quando quisermos saber alguma coisa sobre ela, com certeza perguntaremos.

V) Que você não gosta de esmaltes claros/escuros/variáveis

Vem aqui, meu filho... A cor do esmalte dela vai mudar em alguma coisa o jeito que ela te beija, te abraça e te pega de jeito? Vai atrapalhar em algum momento em que vocês estejam juntos? Eu acho que não. Eu também curto muito camisa rosa, mas não reclamo quando ele vem me ver de verde, azul, vermelho ou branco. Então, não fode. Só fale alguma coisa se ela usar piercing na unha (alguém ainda usa isso?) ou unhas desenhadas. De cores, não reclame nunca.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Closer

- Can I still see you? … Dan, can I still see you? Answer me.

- I can't see you. If I see you, I'll never leave you.

- What will you do if I find someone else?

- Be jealous.

- You still fancy me?

- Of course.

- You're lying. I've been you. Will you hold me? … I amuse you but I bore you.

- No… No.

- You did love me?

- I'll always love you. I hate hurting you.

- Why are you?

- Because I'm selfish. And I think I'll be happier with her.

- You won't. You'll miss me. No one will ever love you as much as I do. Why isn't love enough? … I'm the one who leaves. I'm supposed to leave you. I'm the one who leaves.

domingo, 7 de novembro de 2010

Filhos

Desde quando me entendo por gente, me interesso por homens mais velhos. Eles nos tratam melhor, nos mimam mais, te ensinam bastante, são bem sinceros sobre o que querem ou deixam de querer... é sempre uma relação de ganha-ganha, pelo menos para mim.

Acontece que o tempo passou, o interesse pela diferença de idades manteve-se... mas o público alvo em si mudou. Se antes minha maior preocupação era alguma ex-namorada psicopata ou ex-peguete maluca, hoje em dia tenho que me preocupar com ex-mulheres e filhos.
Nesses casos, além de encarar uma realidade diferente da planejada para o meu futuro - aquela coisa de casamento estável e até que a morte nos separe, amém -, tenho que me proteger e proteger a alguém que muitas vezes não quero conhecer: o filho do cara.

Embora seja muito óbvio para alguns pais solteiros, para outros não é tão claro que ele não deve apresentar toda nova namorada para o filho. Não sei se é para mostrar para o filho (ou para a ex) que é pegador, por pura ingenuidade ou falta de bom senso... eu sei que me arrepio quando, com a maior cara de pau do mundo, o cara diz que o esse é o fim de semana dele com o Joãozinho e ele acha que já tá na hora de nos conhecermos - afinal, já estamos juntos há "algum tempo" (= poucas semanas) .
Oi? Só eu acho isso errado?
Para que apresentar seu filho para uma pessoa que não quer conhecê-lo?
Pior: para que conhecer filho de alguém com quem não tenho nenhuma perspectiva de futuro?
Isso só causará dor de cabeça a mim e a criança quando, eventualmente, não nos vermos mais.
É muito difícil achar uma criança que tenha superado o divórcio dos pais tão bem e que não ache que foi culpa deles... e não sou eu quem vou querer fazê-la se sentir rejeitada novamente.

Então, papais solteiros queridos, usem o bom senso: pensem 257287 vezes antes de apresentar seu filho para sua namorada, rolo ou afins. Só dê esse passo quando vocês já estiverem juntos há um bom tempo e quando você tiver certeza de que os dois estão na relação (é, não adianta nada você achar que encontrou a futura madrasta do seu pimpolho se ela tem como música tema "agora eu tô solteira e ninguém vai me segurar").
Quando sentir que já é o momento, comece a preparar o seu filho para essa apresentação, contando sobre ela aos poucos e fazendo uma aproximação gradual. Para o bem de seu filho, o proteja o máximo possível de seus relacionamentos e de possíveis sofrimentos que possam ser causados pla sua vida sentimental. Tenho certeza de que ele te agradecerá um dia.

domingo, 17 de outubro de 2010

SUA LINDA!

Só eu ADORO cantadas de pedreiro?

Me chama de telescópio que eu te faço ver estrelas... ;)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Testando um Smartphone


- Do you speak dog?
- Yeap, a little bit, yeah...

sábado, 7 de agosto de 2010

sábado, 31 de julho de 2010

Tardes de domingo

Certa vez, ouvi de um amigo meu que a melhor maneira de descobrirmos se gostamos de uma pessoa é esperando pelo fim de semana. Porque se chega o domingo a tarde, nós não estamos com ela, e tudo que não nos sai da cabeça é a pessoa... é sinal de que você está perdida.
Completamente perdida.
Porque se tudo em que você consegue pensar em um dia vazio como um domingo é a pessoa, é sinal de paixão.
É sinal também de que a busca acabou e que você finalmente achou um porto seguro para pousar o seu coração. E de que você deveria ligar para a pessoa para dar um 'oi'.
Ou pode ser um sinal de que você se deixou enganar novamente por um cabelo rebelde que teima em cair sobre os olhos que não param de te fitar e um sorriso que não parece ter fim... e que pode muito bem se machucar de novo.
...mas que pensemos só no começo e não no fim.

É. Eu estou com saudades de ter alguém em que pensar nas minhas tardes de domingo.

domingo, 11 de julho de 2010

E em tempo de copa...

Parabéns, viu, Piqué... te espero aqui em 2014!


(É fato: se os únicos jogadores bonitinhos do Brasil não fossem o Kaká e o Elano, a gente teria ido mais longe... Afinal, a torcida feminina seria muito maior!).

sábado, 26 de junho de 2010

E numa sessão do grupo de apoio "Santo Antônio é Foda"...

Oi, meu nome é Patrícia e Santo Antônio é a fim de mim, porque meus relacionamentos, por alguma zica divina, começam de um jeito estranhamente bom e sempre acabam por razões que me deixam sem fala, de tão estúpidas.

(Ooooi, Patrííícia)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E em tempo de copa...

(Ronaldo, eu também tenho habilidade com a bola...)