Têm dias em que a vida cansa e que o desejo de dominar o mundo toma conta de mim.
Queria poder controlar o trapezista que em seu vôo me leva ou impedir o vento de te tocar. E trocar as memórias que possuo pelas de uma bailarina cujo único amor é a dança e sua única lembrança são as doloridas pontas dos pés.
Eu queria fazer rir. Colocar o nariz de palhaço e fazer o riso aparecer no canto dos lábios dos que quero bem, sem deixar que soubessem que a lágrima desenhada no rosto é de verdade e vem do espírito.
E liberdade. Queria ser livre. Me libertar de todas as amarras que me prendem, que não me deixam fugir de tudo, e, como um pássaro, voar.
Voar por cachoeiras, mares, matas e parques. E, de cima, ver casais enamorados com seus olhos que se olham, beijos que se beijam e mãos descobridoras de novas geografias.
Queria fazer chover, só para que a chuva me tocasse e escorregasse na minha pele, fazendo o caminho que seus dedos percorreram um dia. E que o sol viesse em seguida, me proporcionando aquele calor que você me faz sentir. E que aquele vento que eu parei, faria te trazer aqui.
Queria voltar ao passado e roupar o vestido da princesa. E, com ele, rodar. Rodar, rodar, rodar, como quando eu era criança, para depois me largar no chão com aquela gargalhada gostosa de quem vê a vida com outra perspectiva – meio fora de foco, mas quase perfeita.
Queria dominar a Europa, a Ásia e a Oceania, para poder me nominar Imperatriz Mundial. E declararia que toda mulher é uma rainha e que nunca poderia ser magoada. E que se um homem o fizesse, teria que pagar com a vida. Dedicando a ela a sua vida.
Faria das armas de fogo, tulipas; e do ódio, os mais belos poemas de amor. Te faria meu imperador e, se você quisesse, te daria o mundo. Porque meu coração, você já tem.
E fazer tudo isso, por um instante, parece simples e fácil... O difícil é acordar todos os dias e saber que será mais um sem ter você por perto.
Queria poder controlar o trapezista que em seu vôo me leva ou impedir o vento de te tocar. E trocar as memórias que possuo pelas de uma bailarina cujo único amor é a dança e sua única lembrança são as doloridas pontas dos pés.
Eu queria fazer rir. Colocar o nariz de palhaço e fazer o riso aparecer no canto dos lábios dos que quero bem, sem deixar que soubessem que a lágrima desenhada no rosto é de verdade e vem do espírito.
E liberdade. Queria ser livre. Me libertar de todas as amarras que me prendem, que não me deixam fugir de tudo, e, como um pássaro, voar.
Voar por cachoeiras, mares, matas e parques. E, de cima, ver casais enamorados com seus olhos que se olham, beijos que se beijam e mãos descobridoras de novas geografias.
Queria fazer chover, só para que a chuva me tocasse e escorregasse na minha pele, fazendo o caminho que seus dedos percorreram um dia. E que o sol viesse em seguida, me proporcionando aquele calor que você me faz sentir. E que aquele vento que eu parei, faria te trazer aqui.
Queria voltar ao passado e roupar o vestido da princesa. E, com ele, rodar. Rodar, rodar, rodar, como quando eu era criança, para depois me largar no chão com aquela gargalhada gostosa de quem vê a vida com outra perspectiva – meio fora de foco, mas quase perfeita.
Queria dominar a Europa, a Ásia e a Oceania, para poder me nominar Imperatriz Mundial. E declararia que toda mulher é uma rainha e que nunca poderia ser magoada. E que se um homem o fizesse, teria que pagar com a vida. Dedicando a ela a sua vida.
Faria das armas de fogo, tulipas; e do ódio, os mais belos poemas de amor. Te faria meu imperador e, se você quisesse, te daria o mundo. Porque meu coração, você já tem.
E fazer tudo isso, por um instante, parece simples e fácil... O difícil é acordar todos os dias e saber que será mais um sem ter você por perto.


